segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Absentmindedly...

"And I love you
I have loved you all along
And I miss you
Been far away for far too long
I keep dreaming you'll be with me
And you'll never go
Stop breathing
If I don't see you anymore..."

Nickelback - Far Away

"It must be an open door for you to come back"

Pearl Jam - Come Back

"Remember at the prom that night
You and me, we had a fight
But the band played our favorite song
And I held you in my arms so strong
We kept so close, we danced so slow
And I swore I'd never let you go
Together, forever..."

Bon Jovi - Never Say Goodbye

"Eu queria ter uma bomba
Um flit paralisante qualquer
Pra poder me livrar do prático efeito
Das tuas frases feitas
Das tuas noites perfeitas
Perfeitas..."

Cazuza - Eu queria ter uma bomba

"Waiting, watching the clock
It's four o'clock
It's got to stop
'Till her take no more
She practices her speech
As he opens the door, she rolls over
Pretends to sleep, as he looks her over..."

Pearl Jam - Better Man

"The world is over, but I don't care
'Cause I am with you
Now I've got to explain
Things they have changed
In such a permanent way
Life is unreal
Can we go back to your place?
You drink too much
Makes me drink just the same
The first time it happened too fast
The second time I thought it would last
We all like it a little different"

The Strokes - Alone Together

"If you let yourself go and open your mind
I bet you'll be doing like me
And it ain't so bad
What's my drug of choice?
Whatever you got..."

Alice in Chains - Junkhead

"I'm sick and tired of being sick and tired."

Ozzy Osbourne - I just want you

"You never close your eyes anymore
When I kiss your lips
There's no tenderness
Like before in your fingertips
You're trying hard not to show it, baby
But baby, baby I noticed
You've lost that loving feeling
Ohh, that loving feeling..."

Righteous Brothers - You've lost that loving feeling

If you're going to leave me... do it. But please, let me know. Let me be prepared. Let me know why, and when. Let me measure how much I will suffer before I stop missing you, and wanting you back. Leave, don't fade away.






(porque às vezes as músicas dizem o que estamos pensando, e o que estamos sentindo, melhor do que nossas próprias palavras. Mas é claro que eu iria colocar algo de minha autoria no meio.)


Estou: Cansada, e letárgica.
Quero: o feriado, o mais rápido possível.
Saudades de: muita coisa...
Ouvindo: Elvis Presley - You've lost that loving feeling.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

De passagem...

Estou numa fase da vida em que simplesmente não sei o que acontece, e não estou afim de descobrir também.
Eu sei que estou cansada de estar sozinha.
Mas ao mesmo tempo, estou disposta a esperar por alguém que realmente valha a pena.
Eu já estou em pedaços, e acho que dessa vez preciso de ajuda pra reunir os cacos.
Mas não se engane: ainda que estilhaçada, sou mais forte do que muitos corpos inteiros que conheço.
É só uma questão de tempo. É só uma questão de parar de se importar tanto, e sentir tanta saudade.
Enquanto isso, Frank Sinatra no som, risadas superficiais nas conversas de sempre, bons dramas na tv e paciência.


"And now the end is near,And so I face the final curtain.My friend, I'll say it clear,I'll state my case, of which I'm certain.I've lived a life that's full,I travelled each and every highway.And more, much more than this,I did it my way.Regrets I've had a few,But then again too few to mention.I did what I had to do,And saw it through without exemption.I planned each chartered course,Each careful step along the by way.And more, much more than this,I did it my way.Yes,There were times,I'm sure you knew,When I bit off more than I could chew.But through it all, when there was doubt,I ate it up, and spit it out.I faced it all, and I stood tall,And did it my way.I've loved, I've laughed, and cried,I've had my fail, my share of losing.And now, as tears subside,I find it all so amusing.To think I did all that,And may I say, not in a shy way.Oh no, oh no, not meI did it my way.For what is a man, what has he got,If not himself, then he has notTo say the things he truly feels,And not the words of one who kneels.The record shows,I took the blowsAnd did it my way.Yes, it was my way."
Frank Sinatra - My Way
Estou: ContidaQuero: Um abraço, de alguém que eu estou com muita, muita saudade.Saudades de: madrugada na praia, embaixo de chuva.Ouvindo: Frank Sinatra - My Way

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Dessa vez eu demorei...

Não no sentido de intervalo entre uma postagem e outra. Mas demorei pra vir escrever hoje.
Porque eu não quero admitir nem fodendo que eu tenho esperanças. Mas minha imaginação não tá colaborando comigo hoje.
E nem minha perspicácia. E nem Porcupine Tree.
E nem todas as conversas que eu tive ontem.
Nem as que eu tive hoje.
Nem as que eu tô tendo agora.
A única coisa que consigo pensar é no que poderia ter sido.
E no quanto alguns sonhos são simplesmente bom demais, a ponto de nos destruírem.

Estou: Triste pra caralho.
Quero: Que chegue logo o mês que vem
Saudades de: ...
Ouvindo: Porcupine Tree - Time Flies

"I could tell you what I'm thinking
While we sit here drinking
But I'm not sure it's time
You see there's something wrong here
I'm sorry if I'm not clear
Can you stop smoking your cigar?"

domingo, 16 de outubro de 2011

Saudade

Você sabe que está realmente com saudade de alguém quando consegue sentir falta dela até quando está se divertindo com os amigos.
E é muito estranho sentir saudades tão diferentes.
Mas é uma merda sentir saudade quando você acha que não deve.
E essa é uma verdade que se aplica às duas saudades que estou sentindo.
Meu coração tá cansado, tá precisando respirar... mas tá difícil.
Odeio essa angústia.

Estou: bastante cansada
Quero: Eu queria estar em um lugar que eu não posso estar, ou dois lugares, então, não vem ao caso.
Saudades de: Não, dessa vez não vou dizer quem são. Já não basta o post.
Ouvindo: Alice in Chains - Damn the river

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Percebendo coisas...

Esses últimos tempos foram repletos de descobertas sobre mim mesma.
Não pretendo me estender sobre o assunto. De fato, ultimamente o silêncio tem me caído muito bem.
Só queria registrar que após todos esses anos, parece que finalmente aprendi a estar sozinha. Não estou constatando isso como um fato triste, ou feliz. Mas é simplesmente o que acontece. Acho que o ser humano tem a capacidade de se adaptar a praticamente qualquer situação, e meu estado emocional finalmente se acostumou a ser solitário. Hoje percebo minhas diferenças, vejo com mais nitidez minhas qualidades e meus defeitos, e consigo ver um caminho iluminado à minha frente.
É extremamente importante termos consciência de quais são as coisas que não podemos viver sem. Eu percebo todos os dias como a minha família me faz falta, e já sei que não quero passar o resto da minha vida tão longe. Percebo também que eu tenho uma boa quantidade de amigos verdadeiros, com quem eu posso contar, e que me fazem muito feliz. E sei também que faço a vida deles um pouco mais feliz com a minha presença.
E na verdade, acho que o grande segredo é esse. Não há como nos sentirmos sozinhos, quando nos damos conta de quanto amor há a nossa volta. E essa realização me fez enxergar que eu não preciso me desesperar, nem preciso entregar meu coração a qualquer um. Eu posso esperar. Eu sou uma pessoa que vale a pena. Tenho meus defeitos e pessoas que são capazes de me amar com eles. Não há pressa.
E é por isso que nem a solidão da minha casa me comprime. Nem passar 3 semanas neste quarto pode apagar essa luz dentro de mim. Estou em paz, verdadeiramente. E provavelmente pela primeira vez.

Estou: pensando em ir dormir, pra variar um pouco... rs
Quero: bons momentos, e boas pessoas.
Saudades de: faz tempo que não cito nomes, né? Henrique, Rodrigo, Renan, Daniel, Hal, Lizandra, Tainá, Carlos e todos aqueles que tornam minha vida mais feliz.
Ouvindo: Megadeth - Reckoning day (porque eu ouvi Megadeth o dia inteiro, e até chorei ouvindo... rs)

sábado, 24 de setembro de 2011

Lonely night

Tem dias em que venho escrever por estar com uma série de pensamentos acumulados... na verdade é o que normalmente acontece...
Outros, que venho desabafar... pedir ajuda, às vezes sutilmente, outras nem tanto.
Hoje eu vim aqui simplesmente porque precisava conversar, e não tenho ninguém pra fazer isso agora.
Tudo começou com um sonho, que tive hoje à tarde.
Sonhei com um desconhecido. Me lembrava muito o ator de Beleza Americana, não o Kevin Spacey, o outro menino... sonhei que tinha acabado de conhecê-lo, e que o tinha levado à minha casa. Morava com meus pais ainda. O sonho foi bem simples, eu o apresentava aos meus pais, ele pedia pra trocar de roupa... depois ficávamos na sala, ele dizia que estava com o videogame com ele, e depois me beijava. Assim, na sala da casa dos meus pais, sendo um desconhecido. Depois disso eu acordei.
Eu fiquei triste com o sonho. Fiquei triste pelo desejo que ele implica.
Estou vivendo atualmente uma época em que tenho mantido minhas emoções bem trancadas em uma gaveta. Esta é a única maneira que encontrei pra suportar tanta solidão. E é uma solidão em todos os sentidos.
O problema é que eu sofri, muito recentemente, uma decepção tão grande, mas tão grande, que ela não cabe em mim. Ela transborda na minha face, nas minhas atitudes. E o pior de tudo é saber que a causadora dessa decepção foi eu mesma.
Não me refiro ao meu ex-namorado. Namorar com ele foi um erro, por mais que eu gostasse dele. Foi um ato de puro egoísmo e carência, uma vez que eu sempre soube, no fundo, que não daria certo.
Eu devia ter desconfiado que era bom demais pra ser verdade. É impressionante como, mesmo ao longo de 10 anos de sofrimento, eu não aprendi quase nada. Às vezes me sinto como aquela mesma garota de 14 anos que se apaixonou pelo menino cabeludo com o violão na mão. Claro que não é mais a mesma pessoa, nem a mesma maneira de pensar, nem o mesmo jeito de lidar com a dor. Mas a esperança foi exatamente a mesma.
Desde que aceitei que não teria meu primeiro amor de volta na minha vida, nem como amigo, desde que entendi que determinadas situações e erros são simplesmente ruins demais para serem reparados, e desde que parei, sinceramente, de sentir falta daquela época, eu imaginei viver coisas diferentes, emoções diferentes. Tinha me conformado à idéia de não sentir novamente nada tão intenso quanto aquilo, e de verdade, isso me deixava aliviada. Eu não quero aquela dor pra mim nunca mais. Eu estava pronta pra amar de outra forma, de um jeito mais saudável e mais feliz.
De certa forma, eu consegui isso. Me tornei uma pessoa mais tranquila quanto a meus sentimentos. Consegui me tornar uma pessoa menos sufocante, mais natural. Mais sensata, de uma forma geral.
Mas eu não sei até que ponto as coisas se perderam pra mim. Sei que quando eu menos esperava, pronto: lá estava outra pessoa. Completamente de surpresa, me pegando completamente desprevenida. Claro que tive outros relacionamentos entre esses dois em particular, mas nada poderia ter me preparado pra sentir com tanta intensidade de novo.
E ao mesmo tempo que foi completamente diferente, foi completamente igual. E por incrível que pareça, as diferenças tornam tudo ainda mais doloroso. Antes ele tivesse sido indiferente, desde o começo.
Eu não queria escrever sobre isso. Não queria que ficasse registrado, de nenhuma forma, pois foi tão curto e efêmero... mas eu nunca soube esconder o que sinto. Não por muito tempo, pelo menos. E talvez seja por isso que estou tão triste hoje.
A minha decepção é por ter me entregado tão completamente, mesmo sabendo que não iria durar... me atirei do abismo sem pensar, com a certeza que mais cedo ou mais tarde me espatifaria no chão. Eu não deveria ter feito isso. Por melhor que tenha sido, por mais viva que eu tenha me sentido, eu me arrependo. Porque quem sobrou com a dor foi eu, e o que é pior, não consigo nem contar com ele mais pra me ajudar.
E não posso culpá-lo, uma vez que ele foi completamente sincero, desde sempre. Ele continua sendo tão bom pra mim quanto sempre, mas o incômodo é meu. Não vou estragar a felicidade dele dizendo o quanto sinto sua falta. Não é assim que amizades funcionam.
E nesse misto de amor/amizade, que sempre é extremamente confuso, eu também já nem sei exatamente o porquê de eu sentir falta. Eu já não sei precisamente se é do amor que sinto falta, ou se da amizade. Só sinto que algo se perdeu no meio do caos, a espontaneidade, talvez. Pelo menos a minha sim.
A amizade é um dos motivos pelo qual eu não queria escrever, também. Não sei nem se ele sabe que esse blog existe, mas eu não gostaria que ele lesse esse post. Não gostaria que ele se responsabilizasse por essa tristeza minha. Mas eu preciso dizer. Preciso tirar isso de dentro de mim.
Sei que no fim das contas, essa decepção me leva ao meu estado atual: praticamente letárgica. Sem vontade de fazer outra coisa além de dormir. E dando muito pouco crédito às pessoas.
Sim, eu precisava muito de alguém do meu lado. Pra afastar essa solidão, e me tirar dessa concha. Me fazer abrir pro mundo novamente. E daí o sonho. E daí a tristeza.

Estou: Me sentindo horrivelmente sozinha
Quero: Colo
Saudades de: Pessoal de Madureira/Campinho e etc...
Ouvindo: Pearl Jam - Yellow Ledbetter

domingo, 11 de setembro de 2011

Escrever é um ato solitário.

É a mais pura verdade.
Assim como todas as coisas que escrevi por aqui, cheguei à esse pensamento devido a uma série de outros pensamentos sobre outros assuntos, então vou começar a explicar o porquê disso pelo começo.
Eu na verdade estava refletindo sobre o quanto tenho me sentido isolada do mundo, e automaticamente pensando nas razões disso e o que eu poderia fazer a respeito. O que acontece é que eu, de uma maneira geral, me vejo sendo uma pessoa muito diferente das outras. Ou pelo menos das pessoas que conheço. Eu não sei até que ponto isso é neurose minha, é complicado enxergar essa situação sob um ângulo neutro, se tratando de mim mesma. Talvez seja eu que não conheço as pessoas à fundo. Ou não conheci ainda as pessoas certas.
Entre essas diferenças, vejo por exemplo a facilidade que tenho em analisar qualquer situação sob um ponto de vista filosófico/racional, de modo que eu consiga compreender as coisas que acontecem comigo de uma maneira que me possibilite tirar conclusões lógicas e concretas sobre o assunto. A maioria das pessoas me conhece pela minha intensidade emocional, que acreditem, não é pequena. Mas numa espécie de paradoxo, eu sou extremamente racional também. Às vezes penso que se existe algo em mim que é perfeitamente equilibrado, é isso. Tenho a capacidade de morrer de amores num dia e decretar foda-se completo no dia seguinte. Extremista sim, sempre, mas são duas coisas em mim que se manifestam com a mesma intensidade e frequência.
Outra coisa que não vejo habitualmente nas pessoas mas que é algo bastante marcante em mim é minha versatilidade, ou talvez pluralidade de personalidade. Eu sou várias pessoas diferentes em uma só. Consigo gostar, verdadeiramente, de inúmeras coisas extremamente opostas. Lidar com praticamente qualquer tipo de pessoa, topar praticamente qualquer coisa. E não fazer isso apenas pra não ficar de fora de uma situação ou só pra parecer uma pessoa descolada. Faço coisas diferentes porque gosto, ando com pessoas diferentes umas das outras porque tem um pedaço de mim que se identifica com cada uma delas. Isso me torna uma pessoa extrovertida, antipática, sociável, anti-social, junkie, responsável, irresponsável, perigosa, amável, amiga, divertida, melancólica, vingativa, pessimista, otimista, forte, fraca, sarcástica, sincera... e mais uma porção de outras coisas, tudo ao mesmo tempo. Até acredito que as pessoas possam ter essa mesma versatilidade, mas eu não vejo isso manifestado de uma maneira clara. Ou pelo menos não tão clara quanto vejo em mim. Como eu disse no começo, o problema pode ser que eu não conheço as pessoas tão bem quanto acredito que conheça, mas se é o caso, não tenho como saber. Minhas análises são baseadas naquilo que vejo, somente. O resto são hipóteses e suposições.
Por último, pra enumerar as coisas em mim que julgo mais diferentes dos demais, está a minha facilidade de me expressar, principalmente em relação à sentimentos. Percebi que ao longo dos anos, além de eu conseguir expôr meus sentimentos de uma maneira muito mais clara, eu desenvolvi uma grande habilidade manipuladora. Talvez, se alguém de fato ler tudo isso que estou escrevendo (o que eu acredito que também não acontece com frequencia), essa pessoa pode pensar em qual é a vantagem que eu levo em admitir publicamente que sou capaz de manipular as pessoas. Eu respondo essa questão dizendo primeiro que no fundo, inconsciente ou conscientemente, todos somos manipuladores, alguns mais habilidosos, outros nem tanto. E segundo digo que considerando que essa é mais uma das minhas análises sobre mim mesma, eu estou aqui deixando registrado que, no meu caso, essa habilidade se tornou consciente recentemente. E não tenho medo que as pessoas se afastem de mim por causa disso. De verdade.
De qualquer forma, agora chegando à conclusão de todas essas reflexões de uma maneira unificada, eu chego à única alternativa que encontrei para expressar tantas diferenças, ou ser tão diferente, sem que eu tenha a sensação de que estou passando horas e horas tentando explicar o inexplicável: escrevo. Sempre que tenho uma opinião, sentimento ou sensação sobre determinados momentos ou fases da vida, e julgo que é um ponto de vista muito particular, baseado justamente nas coisas que eu considero que me tornam tão diferente das outras pessoas, eu escrevo, normalmente aqui. Deixo público, para que as pessoas tenham a oportunidade de ler, se sentirem verdadeiramente o interesse por isso. Mas sei que é um ato solitário. Sempre foi. E acredito que seja assim com todas as pessoas que escrevem sobre sentimentos, embora eu não conheça muitas delas, atualmente. Ou talvez seja com todas as pessoas que escrevem, de uma maneira geral. Parando pra pensar em todos os tipos de escritores, cronistas, romancistas, editores, amadores, ficcionistas, adultos, adolescentes, etc, o momento de escrever é particular, meditativo e, por excelência, solitário. Portanto, nada melhor do que um ato solitário para expressar a solidão.
Ou ao menos é o que eu acho.

Estou: na casa do meu irmão, em SP.
Quero: passar o dia inteiro sem fazer nada
Saudades de: minha casa, no RJ (ainda não ando com vontade de falar das saudades sentimentais)
Ouvindo: a TV..